sexta-feira, 14 de agosto de 2009

X CORREDOR DE LAS IDEAS – MALDONADO, URUGUAI


X CORREDOR DE LAS IDEAS – MALDONADO, URUGUAI
Nos dias 10, 11 e 12 de setembro, em Maldonado, Uruguai, acontecerá o X Corredor de las Ideas, organizado e apoiado pela Sala de Filosofía de Maldonado, a Asociación Filosófica del Uruguay (AFU) e a Intendencia Municipal de Maldonado. Apresentarei, junto com Silvana Vignale (Universidad Nacional de Cuyo - Mendoza, Argentina) e Mariana Alvarado (Universidad Nacional de Cuyo - Mendoza, Argentina), um trabalho que leva o nome de “Pedagogias de las diferencias: terminos para un diccionario de pensamiento alternativo”. Com esse trabalho, pretendemos abrir espaços para a discussão sobre a escolarização da infância, a partir da filosofia da diferença. O texto de apresentação do trabalho já está disponível no blogue http://marcelocunhabueno.blogspot.com/
BOA LEITURA!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

RESENHA DO LIVRO DE DÉCIO PIGNATARI

Acaba de ser publicado o livro "Bili com limão verde na mão", de Décio Pignatari, pela Cosac & Naify . Fui convidado pela editora a escrever a resenha do livro. Aqui está ela... Boa leitura e não deixem de ler este livro belíssimo e levíssimo!

http://www.cosacnaify.com.br/noticias/bili_marcelobueno.asp


A EXPERIÊNCIA DE CONHECER BILI
Por Marcelo Cunha Bueno*

Como “damos a conhecer alguém”?
Dar a conhecer é se entregar um pouco ao outro. Dar a conhecer significa abrir-se às surpresas do outro. Um outro composto de falas, pensamentos, intensidades, emoções. Um outro que deixa de ser outro para passar a ser, também, um pouquinho de nós. Dei a conhecer Bili. Um alguém composto de atmosferas de pensamentos, de costuras de olhares, daquilo que se vê, que se sente e que se vive.
Dar a conhecer também tem relação com dar a ler. Dar a ler, assim como dar a conhecer, também é entregar-se ao outro, desta vez, com letras, palavras e palavrotas (palavras que dão cambalhotas). Bili se deu a ler para nós... por palavrotas. Bili se deu a conhecer para nós... por pensamentos.
Como uma brincadeira de memória, daquelas que nós, os adultos, cantávamos naquele tempo da des-palavra, a infância, Bili costura suas vivências em situações-palavras.
Essa história, esse pedaço de vida, entre nós (Bili e leitores), é repleta de imagens. Um limão-crescimento... uma avalanche de personagens-cores... de misturas-tudo-nada.
De pé em pé, de cor em cor, de som em som, de bicho em bicho, todos falam.Um livro-falante!
Um livro-falante que pode ser contado ou cantado. Suas falas-escritas são como cirandas. Assim, o livro-falante se torna o livro-dançante. E nos convida a bailar cada vez que o limão teima em se atirar das mãos de Bili.
Um livro que dança a música de uma história. Uma música que se escuta com as imagens que criamos quando nos imaginamos crianças nele.
Uma leitura que nos convida a dançar. Pensamentos, olhos e mãos percorrendo a geografia desse livro, inspirados pelas melodias das palavras e pelas imagens-imaginação e imagens-composições. A cada página, uma surpresa. Um acontecimento que afirma a coexistência de todos os personagens-cores que convivem nas palavras (que escrevem as diversas poesias deste livro). Tudo é possível se juntar se o limão de Bili chamar!
O livro é uma experiência, uma brincadeira. Para crescidos e espichados que queiram passear pelas sensações de infâncias que nos compõem. Para aqueles que contam histórias acordados e, quando dormedecompridonagrama, encantam histórias. Para as inspiradoras das histórias “para e da” infância, as crianças, que se encontram em cada aventura de Bili. Aventura esta que está no viver os momentos... um de cada vez, mas um em toda vez.
Escrever sobre um livro é a possibilidade de se dar a conhecer e de se dar a ler ao mesmo tempo, mediados pelos encantos da escrita e da generosidade de um autor, que escreve sem saber para quem. E, quando essas duas coisas acontecem, qualquer escrita é um convite... para rememorarmos e vivermos infâncias!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

FORMAÇÃO DE EDUCADORES


Fui convidado para elaborar e escrever o documento curricular pedagógico da Instituição Beneficente Pérsio Guimarães Azevedo. Esta Instituição mantém mais de 650 crianças distribuídas em 4 creches localizadas na periferia da Grande São Paulo.
Meu trabalho consiste em organizar os discursos existentes em cada uma das creches. Pontuaremos os referenciais teóricos que norteiam suas ações e reflexões para que possam caminhar e produzir seus próprios discursos, ampliar as possibilidades de intervenções e avaliações, formar a equipe gestora, (oferecendo subsídios teóricos para constituírem um plano de formação de sua equipe docente em cada um dos eixos - que escolheremos juntos para comporem seu currículo) e pensar em estratégias de parcerias com a comunidade.
Currículo é relação!
Para pensarmos currículo, temos de pensar em como nossas ações e pensamentos produzem, ou reproduzem, discursos. Refletir sobre o que está posto em educação é uma possibilidade de nos abrirmos ao acontecimento daquilo que não estava previsto por nossos saberes especialistas. Estudar é o pressuposto para escrevermos algo que possibilite ser sempre transformado! Queremos uma escrita que dance, não uma que marche. Uma escrita andarilha, não uma engessada. Uma escrita para o agora, não para sempre. Uma escrita leve para ser levada por cada um que passe por ela.
Nossos trabalhos começaram no dia 15 de abril... Temos o ano pela frente! Em breve, postarei fotos do grupo.
Para saberem mais a respeito da instituição, acessem o site:

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

PREFÁCIO DO LIVRO "THEODORO E MARINA - CARTAS PARA SENTIR A INFÂNCIA"


Já está nas livrarias o livro "Theodoro e Marina - Cartas para sentir a infância", de Cláudia Freire e Maria Helena Sleutjes. Fui gentilmente convidado pelas autoras para escrever o prefácio desse delicioso livro. O livro foi publicado pela LIVROPRONTO. Não deixem de lê-lo!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

ENTREVISTA PARA A CRESCER

A ESCOLHA DA ESCOLA...
Essa entrevista foi realizada na Estilo de Aprender. Vejam como a Estilo está linda!
http://www.youtube.com/watch?v=HEhpjlRnwj4

terça-feira, 26 de agosto de 2008

TEIA DE SABERES - ESPAÇO DE ESTUDOS PARA EDUCADORES



A Teia de Saberes comemora mais um ano de muito estudo. Um estudo que se dá por leituras, por palavras, por gestos, por canções, toques, pinturas, artistagens, poemas, melodias, culturas... entre nós.... inter-meio, intermezzo... em nós-outros.
Coordeno a Teia desde os seus primeiros dias de vida. No começo, assim como foi na Estilo, eu era o corpo docente... literalmente! Agora, com todos esses maravilhosos professores, formamos algo que em nada se parece a um corpo. Só atravessando é que se sente o que pode (talvez) ser.
Teremos muitas novidades para esse semestre, confiram! Todos os cursos são gratuítos!
Você terá a programação completa em março. Os cursos começarão em abril.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

TRADUÇÃO DO TEXTO DE JORGE LARROSA

Fui convidado para fazer a tradução de dois textos para o livro do Colóquio, recém-publicado pela editora Autêntica, “Filosofia, aprendizado e experiência”. O livro reúne textos apresentados no evento e foi organizado por Walter Kohan e Siomara Borba. Fiz a tradução do texto “Desejo de realidade. Experiências e alteridade na investigação educativa”, de Jorge Larrosa, e do texto “Narrativas e experiência”, de Olga Grau Duhart. Confiram!